QUE SINTOMAS PODE CAUSAR?
COMO SÃO DIAGNOSTICADOS?

COMO É TRATADO?
Amo o que faço...e todos os dias aprendo a sorrir de uma forma diferente...




Embora o cancro pareça limitado, o médico pode aconselhar a administração de fármacos (quimioterapia) depois da cirurgia para o caso de terem ficado algumas células cancerosas que não tivessem sido detectadas. Geralmente, empregam-se hormonas que interrompem o crescimento do cancro. A administração de progestagénios (a partir da progesterona, uma hormona feminina que bloqueia os efeitos dos estrogénios e, de outras hormonas semelhantes) costuma dar bons resultados.
Se o cancro se tiver expandido para fora do útero, é possível que sejam necessárias doses mais altas de progestagénios, já que reduzem o tamanho do cancro até 40 % nas mulheres com metástases e controlam a sua expansão durante 2 a 3 anos. O tratamento pode continuar indefinidamente se for eficaz. Os efeitos secundários destes fármacos incluem aumento de peso pela retenção de líquidos e, por vezes, depressão.
Se o cancro se tiver expandido ou não responder ao tratamento hormonal, podem ser acrescentados outros fármacos (como a ciclofosfamida, a doxorrubicina e o cisplatino). Estes fármacos, que são muito mais tóxicos do que os progestagénios, têm muitos efeitos secundários. Por isso, antes de escolher um determinado tratamento avaliam-se cuidadosamente os riscos e os benefícios da quimioterapia anticancerosa.
Do total das mulheres afectadas, quase dois terços sobrevivem e não manifestam sinais de cancro 5 anos depois do diagnóstico, menos de um terço morre por causa desta doença e quase uma décima parte sobrevive mais tempo, embora continue a ter o cancro. Se o cancro é descoberto nas suas primeiras fases, quase 90 % das mulheres têm uma esperança de vida de, pelo menos, 5 anos e a maioria cura-se.
O índice de sobrevivência é maior nas mulheres mais jovens, naquelas cujo cancro não ultrapassou o útero e quando o cancro tem um crescimento mais lento.
Factores de risco do cancro do útero
Menopausa depois dos 52 anos
Problemas menstruais (como, por exemplo, sofrer hemorragias excessivas, perdas de sangue entre períodos menstruais ou passar longos intervalos sem menstruação)
Não ter tido filhos
Exposição a elevados níveis de estrogénio (a principal hormona feminina) a partir de tumores secretores de estrogénios ou elevadas doses de fármacos que os contenham, como a terapia de reposição de estrogénios sem progesterona depois da menopausa
Tratamento com tamoxifeno
Obesidade
Tensão arterial elevada (hipertensão)
Diabetes
Para as mais curiosas fica um link para consulta: Cancro do útero
Por rotina, será efectuado um exame básico geral, onde se avaliará:
Se existe palidez devida a anemia.
Se existem dores nos rins, efectuando uma punho-percurssão.
Se há urina retida na bexiga, que se manifesta por uma massa palpável ao nível da bexiga denominada “globovesical”. A seguir examinará a próstata através do toque rectal. O toque rectal realiza-se com o dedo indicador enluvado e bem lubrificado. Através do toque rectal será examinado:
-Tamanho e forma da próstata
-Consistência (dureza) da próstata.
-Sensibilidade da próstata.
-Se é muito dolorosa, incómoda ou assintomática à pressão com o dedo.
-Tónus do esfingter anal.
Fig. 5 toque rectal
No adulto jovem, o tamanho e forma da próstata é parecido com uma castanha, de superfície lisa e limites bem delimitados.
